O meu espaço.

17/03/2011

 

Pois é.

Lição apreendida. Lição aprendida.

O véio sempre defendeu uma verdade: não sabemos tudo, a cada segundo que vivemos, vamos aprendendo. E mais uma lição, pelo que vou percebendo, foi terminada. E o véio, aprendeu. E apreendeu, também, valendo comentar que, em caso de prova, tiro 10. Com louvor e tudo mais.

Aos que me conhecem, aqui em Hellnião da Vitória, confesso um segrêdo que, conforme confesso e conto, deixa de ser segrêdo. E toma ares de teoria ou postulado, talvez.

Preservem seu espaço. Seja o pessoal (meu caso), seja o emocional, seja o físico, seja o territorial. Garantam o espaço individual utilizando de qualquer artifício possível.

Prá dizer, á todos, pouca coisa.

Prá Carlinha, a minha querida e sempre eterna Carlinha algumas toneladas de beijos e abraços intermináveis… vc é um personagem que eu vou aplaudir sempre e prá sempre. Sem cansar, ok?

O grupo dos marmanjos barbados também fez presença nestes últimos dias. Valeu, de verdade. E precisando… só avisar, sempre estarei junto.

Amo vcs todos. E já sabem… invadiu espaço, bica.

Por enquanto, vazo daqui tb…

No upgrade de idéias e diretivas pessoais. E sabe como é… prá avaliar o tamanho do muro, a galera oldschool, feito eu, costumava dar uns passos prá trás, dava uma espiada e pronto… já sabia a velocidade certa prá pular e transpôr o obstáculo.

Igual estou fazendo agora. O véio dando os passos prá trás.

Superando o muro, reapareço. Mas não feito Fênix… coisa de bicha véia, ok??? ahahahaha… mas no estilo oldschool mesmo… feito apareci por estas bandas.

Vazei, fui.

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Dos crimes contra a socidade em Hellnião

15/03/2011

 

Hellnião da Vitória é um lugar que adotei como sendo meu. E bem no comparativo de “adotar filho ou filha”… bom, é adotado, afinal. Não é daquele lance “de verdade”. Self made. É adoção mesmo.

Mas adoção não impede que exista aquela magia do gostar. Gosto mais, imagino, pelo desafio. Pela sempre existente impressão de que conforme viro pro lado já sai uma figura me intimando.

Hellnião tem características próprias que lhe são peculiares. Feito os “parâmetros” sociais. Jogo aspas e explico: “parâmetros”, aqui, é indicativo de DEDO APONTANDO. Lance feio.

Um dos crimes onde rolam acusações, caso recente, é um acusatório hilário e, quando bem avaliado, olhado, fica podreira simples e nojenta.

Pois um figura aqui em Hellnião andou se enroscando, nos últimos meses, com pessoinha bonita, inteligente e solteira. Claro, ele mesmo, casado. Mas houve cumplicidade, houve entendimento. Tudo indo bem até que… pronto. Surgem dedos apontando. Acusatórios. Obsfucados. E com ponta suja… rsrsrsrsrs… dizendo… “o cara é casado”.

Daí, penso. E me vejo diante de uma podreira total. Senão, vejamos:

- um acusador usa drogas… lance que, por aqui, deve ser normal e aceito… já o lance de casado, realmente, é foda… acender e fumar um baseado, ou se entupir na farofa, claro, pode… mas “casado”??? ora porras, não, definitivo e conclusivo NÃO.

- uma acusadora, conforme apontou o dedo, estava no meio de uma balada, alegre, feliz, indignada com o “casado”, mas a filha e o marido, em outra cidade estavam bem… talvez dormindo e sonhando… talvez não seja casada não é mesmo?

- outro acusador, sexo indefinido, igualmente andava mais indignado com o “casado” do que com as implicações da própria ambiguidade sexual escolhida em particular.

Fico pensando nisso tudo. Imaginando da possibilidades de, numa confusão dessas dentro de uma balada, surgir por exemplo um membro da Igreja Universal “dedando” igualmente no mesmo e chato acusatório: “casado”. E mostrando do quanto faltaria de noção em fazê-lo dentro de uma balada ao som de um rock de primeiríssima, onde estavam pessoas bebendo, zoando, cantando, entorpecendo.

Faltou, igualmente, um muçulmano – ou muçulmana – igualmente acusando o cara => “casado”. Teriam a percepção do que diziam e do lugar onde estavam? Por certo não era uma mesquita.

Só sei que esses eventos disparam séries intermináveis de insights. Loucos, todos. Onde num repente, sou jogado prá Sampa, longe, e do alto da minha já cansada e estressada vida, não lembro de em tempo algum ter perguntado prá alguém sobre seu estado civil ou religioso. Bom, talvez porque em Sampa o lance de “casado” não seja motivo de crime – seja nos meios de convívio social.

Aguardo, para breve, acusações no rumo do cigarro (já tá chegando perto), cor de meia, quantidade de pêlos genitais, bicho de estimação. E a já pronta condenação… afinal sabe como é… são crimes com penas reconhecidamente pesadas por aqui.

Melhor ir no rumo do aceito mesmo: baseado, farofa e promiscuidade.

Hellnião. A cidade que adotei prá mim. A cidade que me adotou.

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